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O 15º jato stealth Lockheed Martin F-35B destinado ao Reino Unido, numeral ZM149, realizou em Fort Worth o seu primeiro voo de teste. Esses progressos demonstram que a agenda de entregas  está em linha com a Análise de Segurança e Defesa Estratégica 2015, que definiu a sequência com 2 F-35B em LRIP run 3, 1 F-35B em LRIP run 4, 1 F-35B em LRIP run 7, 4 F-35B em LRIP run 8, 6 F-35B em LRIP run 9, 3 F-35B em LRIP executado 10, 2 F-35B em LRIP executado 11, 2 F-35B na execução LRIP 12, 6 F-35B em LRIP executado 13, 8 F-35B em LRIP executado 14 e 7 F-35B na corrida LRIP 15.

De acordo com esse planejamento, haverá um total de 42 exemplares do F-35 entregues e em serviço em 2023. O próxima batch contratado completará o primeiro lote de aeronaves estipulado, 48 unidades.

O Ministério da Defesa Britânico (DoD) estima que 138 aeronaves F-35 serão entregues até a década de 2030. Por volta de 2023, o DoD acredita que o Reino Unido terá 42 aeronaves F-35 com 24 disponíveis como "caças de linha de frente" e os 18 restantes serão usados ​​para treinamento (pelo menos 4-5 deles na unidade de conversão operacional ou OCU), ou compondo a reserva ou em processo de manutenção. Como o único parceiro de nível um (tier one) no programa F-35, o Reino Unido vem trabalhando em estreita colaboração com os EUA desde o início.

A indústria britânica fornecerá aproximadamente 15% por valor de cada F-35 a ser construído, considerando um total planejado de 3000 a serem produzidos. O programa já gerou US $ 12,9 bilhões em pedidos para o Reino Unido e no pico de produção, o programa irá suportar mais de 24 mil empregos. Novo avião, novo navio.

O HMS Queen Elizabeth deverá iniciar os ensaios de asa fixa com três ou mais F-35Bs na costa leste dos EUA em setembro próximo. Para se qualificarem na operação do novo porta-aviões, os marinheiros da Royal Navy também irão treinar ao lado de seus homólogos da US Navy no convés do navio de ataque anfíbio USS Wasp (que já opera regularmente com os F-35 do US Marines Corp). Em 2017, a Royal Navy enviou seis marinheiros em intercâmbio para aprenderem como são  realizadas as operações de pousos e decolagens no convoo do USS Wasp. Essa doutrina, com as devidas adaptações para o modus operandi britânico, deverá ser usada a bordo de seus porta-aviões da classe Queen Elizabeth ao empregarem seus caças F-35B.